A Riot Games está entrando em novos mercados e buscando uma melhor experiência e acessibilidade para seus jogadores com o Wild Rift, a versão mobile do League of Legends.
Leo Faria, chefe global da Wild Rift eSports, disse que a estratégia por trás do desenvolvimento do jogo é semelhante à estratégia do League of Legends. A equipe do jogo está se esforçando para torná-lo maior do que apenas a competição, abrangendo desde jogar e assistir campeonatos, até ver o game ganhar vida por meio de outros projetos da Riot Games no cinema e na TV, como a série “Arcane” da Netflix.
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À exemplo disso, ele comenta sobre o placar no jogo. A equipe de desenvolvedores está explorando recursos para que o espectador entenda, sem dificuldades, qual time está na frente. Isso pois, no League of Legends, era necessário grande conhecimento prévio do espectador para entender qual time estava em vantagem.
“A solução pode ser criar um novo placar que é uma combinação de várias estatísticas que indicam o estado atual do jogo.” Leo Faria, em entrevista.
Ademais, ele acrescentou que a acessibilidade do conteúdo de eSports do Wild Rift será apoiada na forma como o jogo é transmitido, buscando falar a língua do público e construindo algo para ser assistido em uma tela pequena.
Por fim, paralelamente à criação de uma nova experiência em esportes eletrônicos, a Riot Games está financiando o estabelecimento de um ecossistema de eSports de Wild Rift, focando em grandes mercados de mobile games, como na China, Índia, América do Sul e no Sudeste Asiático. Com o objetivo de construir um produto global em longo prazo, a empresa também quer provar para o público tradicional, focado em PC, e encontrado principalmente na América do Norte e na Europa, que Wild Rift também pode ser um esporte divertido e altamente competitivo.