A parceria entre Samsung e Riot Games em torno de Wild Rift é um bom exemplo de como marcas de tecnologia podem entrar no cenário mobile sem depender apenas de mídia tradicional. Em 2025, a Samsung participou do CarnaWild e da final do Wild Rounds com ativações do Galaxy S25 Ultra. Em 2026, o Wild Rounds evoluiu para uma estrutura competitiva ainda mais conectada ao ecossistema internacional de Wild Rift.
Este artigo foi atualizado em 3 de outubro de 2026 para separar duas coisas: o case comercial da Samsung, documentado em 2025, e a evolução do Wild Rounds em 2026, que passou a integrar uma jornada competitiva até o Wild Rounds: SMASH.
O que a Samsung fez com a Riot Games no Wild Rounds
Em março de 2025, a Samsung anunciou participação no CarnaWild, iniciativa da Riot Games ligada ao universo de League of Legends: Wild Rift.


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Durante a final do Wild Rounds no MIS Experience, em São Paulo, a marca levou o Galaxy S25 Ultra para experimentação do público e ativou ações ligadas a desempenho mobile, fanart, cosplay e comunidade.
O case é relevante porque conecta produto e contexto: em vez de apenas exibir uma marca, a Samsung colocou um smartphone gamer no ambiente em que performance, tela, bateria e processamento fazem parte da experiência.
Fonte oficial: Samsung Newsroom Brasil — CarnaWild e Wild Rounds.
Por que o case funciona para mobile gaming
Em um jogo como Wild Rift, o dispositivo faz parte da performance. Isso cria espaço para demonstrar características técnicas de forma contextual.
- desempenho gráfico;
- estabilidade de frames;
- resposta de tela;
- bateria;
- temperatura;
- conectividade;
- experiência de jogo em ambiente competitivo.
O Wild Rounds mudou em 2026
Em 2026, a Riot ampliou a conexão entre comunidade e competição. O Wild Rounds passou a fazer parte de uma jornada que liga torneios comunitários, Open Series e etapas presenciais.
A Riot também confirmou que o Wild Rounds: SMASH 2026 será realizado na Coreia do Sul em novembro, reunindo jogadores e creators de diferentes regiões.
Uma das mudanças anunciadas para 2026 foi justamente abrir mais caminhos para participantes que não são apenas pro players ou influenciadores já estabelecidos.
Fonte oficial: Wild Rift — Wild Rounds: SMASH 2026.
O Brasil ganhou uma rota competitiva mais clara
O calendário brasileiro de 2026 conectou o cenário comunitário ao Wild Rounds, criando uma estrutura em que jogadores podem avançar por etapas competitivas até disputar vagas relacionadas ao SMASH.
Esse desenho é importante para o ecossistema porque reduz a distância entre jogador amador, comunidade e evento de maior visibilidade.
Para marcas, também cria novos pontos de contato ao longo do ano, e não apenas em uma grande final.
Wild Rounds e creators
O Wild Rounds nasceu com forte presença de creators e comunidade. Isso ajuda a diferenciar o evento de uma liga tradicional focada apenas no alto rendimento competitivo.
- atrair audiência para o evento;
- traduzir o jogo para públicos menos competitivos;
- gerar conteúdo antes e depois das partidas;
- participar de ativações de marcas;
- conectar campanhas à comunidade.
Para entender como medir esse tipo de parceria, veja nosso guia sobre campanhas com influenciadores em 2026.
O que o case ensina para marcas de tecnologia
O principal aprendizado é que uma parceria gamer funciona melhor quando o produto tem função real na experiência.
- qual problema ou benefício do produto pode ser demonstrado?
- qual público realmente usa esse produto?
- o evento permite experimentação?
- creators podem transformar a ativação em conteúdo?
- quais métricas serão usadas para avaliar resultado?
Samsung continuou investindo no território gamer
Mesmo além do case com Wild Rift, a Samsung continuou usando games como plataforma de comunicação. Em 2025, por exemplo, levou experiências com títulos e parceiros de diferentes publishers para a Brasil Game Show, incluindo Riot Games, Electronic Arts e outros nomes do setor.
Em 2026, a empresa também manteve comunicação voltada a produtos para jogadores em smartphones, TVs e monitores.
Wild Rift continua relevante para mobile esports?
O calendário de 2026 mostra que a Riot continua investindo em competição e comunidade no Wild Rift. O SMASH, a integração com torneios regionais e as etapas presenciais ajudam a manter o jogo ativo como plataforma de esports mobile.
Para acompanhar o mercado mobile de forma mais ampla, veja nossa análise sobre o mercado de jogos mobile no Brasil.
Perguntas frequentes
A Samsung patrocinou o Wild Rounds?
A Samsung participou de ativações ligadas ao CarnaWild e à final do Wild Rounds em 2025, com destaque para o Galaxy S25 Ultra.
O Wild Rounds continua em 2026?
Sim. O circuito foi integrado a uma jornada competitiva que leva ao Wild Rounds: SMASH 2026.
Onde será o SMASH 2026?
A Riot confirmou a Coreia do Sul como país-sede do evento em novembro de 2026.
Por que marcas de smartphones entram em esports mobile?
Porque o próprio produto é parte direta da experiência competitiva, permitindo demonstração de desempenho, tela, bateria e outros atributos.
Conclusão
O case Samsung + Riot Games mostra como uma parceria de games pode funcionar quando produto, comunidade e contexto estão alinhados.
Ao mesmo tempo, a evolução do Wild Rounds em 2026 mostra que o cenário de Wild Rift está tentando aproximar creators, jogadores competitivos e comunidade em uma mesma jornada.
Para marcas, o aprendizado é simples: presença em games gera mais valor quando a ativação permite experiência real, conteúdo e conexão com a comunidade — e não apenas exposição de logo.


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