A revolução gamer chegou aos jovens de comunidade, e hoje o sonho de se tornar um jogador profissional já é bastante difundido em todas as classes sociais.
Hoje vamos discutir um pouco mais sobre o assunto e aprender alguns pontos interessantes por trás deste movimento.
Por que jovens de comunidades querem ser gamers profissionais?
É impressionante que em poucos anos de história, os smartphones populares chegaram a atingir todas as classes da população. Entretanto, o mais interessante é que empresas visionárias encontraram nos jogos mais leves, possibilidades lucrativas.
No início dos smartphones, ou os jogos eram totalmente simples e infantis, ou eram completamente caros e feitos para rodar só nos melhores modelos.
Mas algumas exceções, como por exemplo o Free Fire, fizeram com que vários celulares de baixo custo conseguissem rodar jogos bastante impressionantes.
E o melhor de tudo é que isto era feito de maneira totalmente gratuita!
Não é de se admirar que jogos eletrônicos de qualidade e fácil acesso com certeza se popularizaram em praticamente todas as camadas da sociedade.
Tanto é assim que as comunidades carentes de todo o país foram as principais atendidas.
Recentemente, o Instituto Locomotiva, fez um levantamento questionando jovens de comunidade sobre o interesse de se tornarem jogadores profissionais.
E o resultado foi realmente surpreendente, pois na faixa dos 15 anos, todos eles disseram que tinham a carreira de esportes como sendo um objetivo.
Embora houvesse variações em outras idades. É interessante que a menor porcentagem atingida foi entre jovens de 15 anos, que aderiram em 78%.
Taça das favelas Free Fire
É praticamente impossível comentar esse fenômeno sem também mostrar os eventos e oportunidades que surgiram em comunidades carentes nos últimos anos.
Em geral, o evento reúne todas as favelas dos 27 estados do país. Somando mais de 1200 favelas que são selecionadas para participar do evento que abrange milhares de pessoas.
Além disso, o evento conta com o patrocínio de várias empresas, entre elas o Itaú, que junto da Loud concedem chips de graça com conexão de internet para os participantes das etapas estaduais e nacionais.
Os prêmios não são milionários, mas podem atingir o total de 100 mil reais, o que é realmente interessante.
Tudo isto é feito de maneira bem tranquila e selecionada entre os melhores competidores que se inscrevem.
A edição já foi encerrada, entretanto é possível conferir novidades do evento em sua página inicial clicando aqui.
Conclusão
Como você pode ver, a realidade dos jovens de comunidade se alterou do sonho de serem jogadores de futebol para jogadores de Free Fire.
Tudo isto por conta da acessibilidade e entretenimento promovidos pelo jogo.
Claro, existem ainda várias opções a serem exploradas e só o futuro poderá dizer o resultado final dessa situação.
Mas é interessante perceber como os jogos conseguem se infiltrar em diferentes categorias da sociedade e trazer sonhos e possibilidades.
Então por hoje é isso, espero que tenha gostado da notícia. Mas se ainda ficou alguma dúvida, ou se quiser dar a sua opinião, fique à vontade nos comentários, ok?
Até a próxima!